Serviços crescem 0,3% em janeiro e voltam a recorde histórico

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1 de 1 Imagem colorida de movimentação transportes - Foto: Myke Sena/Especial para o Metrópoles

O volume do setor de serviços no Brasil cresceu 0,3% em janeiro deste ano, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (13/3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dezembro de 2025, houve um recuo de 0,4% frente a novembro.

O resultado positivo em janeiro foi puxado por outros serviços (3,7%), informação e comunicação (1,0%) e transportes (0,4%). Com relação a janeiro de 2025, o volume de serviços cresceu 3,3%.

Em 2025, o setor de serviços encerrou com um avanço de 2,8%, conforme o IBGE.


O setor de serviços no Brasil

  • A Pesquisa Mensal de Serviços monitora a receita bruta de serviços nas empresas formais, com 20 ou mais trabalhadores. São excluídas as áreas de saúde e educação.
  • A próxima divulgação da PMS referente a fevereiro de 2026 será em 14 de abril.
  • Em 2025, o volume de serviços fechou com alta de 2,8%, quinto ano seguido de crescimento.

O setor de serviços é dividido em cinco grupos. Os outros dois registraram resultados neutros ou negativos: serviços prestados às famílias (-1,2%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,0%).

O levantamento do Produto Interno Bruto (PIB) do IBGE para o setor de serviços encerrou 2025 com avanço de 1,8%. Para 2026, a expectativa do Banco Central (BC) é um crescimento de 1,6%, conforme o Relatório de Política Monetária.

Variação de outros setores

  • Serviços prestados às famílias: -1,2%
  • Alojamento e alimentação: -1,1%
  • Outros serviços às famílias: -6,6%
  • Serviços de informação e comunicação: 1,0%
  • Tecnologia da informação e comunicação (TIC): 1,1%
  • Telecomunicações: -0,1%
  • Serviços de TI: 3,4%
  • Audiovisuais: 2,4%
  • Serviços profissionais, administrativos e complementares: 0,0%
  • Serviços técnico-profissionais: 2,2%
  • Serviços administrativos e complementares: 1,9%
  • Transportes, auxiliares e correio: 0,4%
  • Transporte aquaviário: 2,2%
  • Transporte aéreo:  4,6%
  • Armazenagem e correio: 3,2%
  • Outros serviços: 3,7%.

Fonte: Metrópoles

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