Uma comitiva dos Estados Unidos esteve em Belo Horizonte nesta sexta-feira (20/3) para avançar em discussões sobre pesquisa, inovação e desenvolvimento industrial no setor de minerais críticos.
O grupo era composto por representantes de órgãos como o Departamento de Estado, Departamento de Energia, Departamento de Comércio e do Conselho Empresarial Brasil-EUA. A missão foi liderada por Gabriel Escobar, encarregado de Negócios da Embaixada e dos Consulados dos EUA no Brasil.
Durante a visita, os integrantes visitaram o LabFabITR, a única fábrica-laboratório de ímãs de terras raras da América Latina, operada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e ligada à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Os integrantes da delegação participaram de reuniões com o InvestMinas e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico. A pauta da conversa abordou oportunidades de investimento, inovação e ampliação da capacidade de processamento.
Houve também visitas a uma mina de minério de ferro desativada, atualmente em processo de recuperação ambiental, e ao laboratório de microscopia da Universidade Federal de Minas Gerais.
Segundo Escobar, a passagem por Minas reforçou a percepção de que uma parceria com o Brasil pode trazer benefícios para os países:
“Nossa visita a Minas Gerais reforçou que o Brasil conta com um setor de mineração transparente, instituições sólidas, ampla expertise e tecnologia de ponta. Uma parceria de benefício mútuo em minerais críticos entre os Estados Unidos e o Brasil faz muito sentido”, disse o encarregado Escobar.
A visita ocorreu na sequência do Fórum Brasil-EUA de Minerais Críticos, considerado o principal encontro do setor na América Latina neste ano, que reuniu cerca de 300 representantes dos setores público e privado para discutir investimentos e cooperação bilateral.
Fonte: embaixada dos EUA







