A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, os Estados Unidos vivem um cenário bem diferente do clima de celebração normalmente associado ao principal torneio do futebol mundial. O evento será realizado em meio ao endurecimento das políticas migratórias do governo de Donald Trump e aos desdobramentos da guerra envolvendo os Estados Unidos e o Irã.
A realização da competição deve atrair milhões de visitantes, mas especialistas apontam que as operações de fiscalização contra imigrantes e as restrições de entrada no país têm gerado dúvidas entre turistas estrangeiros. O tema ganhou espaço na imprensa internacional e passou a dividir atenções com a preparação das cidades-sede para receber as delegações e os torcedores.
Além da questão migratória, a política externa americana também influencia o ambiente da Copa. O conflito envolvendo os Estados Unidos e o Irã tem provocado desgaste político para Trump, aumento da preocupação com segurança e impactos econômicos relacionados à energia e ao custo de vida dos americanos.
Mesmo com os desafios, os organizadores mantêm a expectativa de que a Copa do Mundo seja um dos maiores eventos esportivos da história. No entanto, a chegada do torneio ocorre em um momento em que debates sobre imigração, segurança internacional e política externa ocupam espaço tão relevante quanto o próprio futebol.
Conteúdo Original / Fonte: Com informações Exame








