Pesquisa aponta que mais de um terço dos acreanos já experimentou troca de casais

 

Uma pesquisa divulgada pelo Sexlog, maior rede social adulta da América Latina, revela que o interesse pela troca de casais (swing) também está presente entre os acreanos. De acordo com o levantamento, 34,6% dos entrevistados no Acre afirmam que já experimentaram a prática ao menos uma vez, enquanto 23,1% dizem ser praticantes ativos.

O estudo mostra ainda que 42,3% dos participantes no estado nunca participaram de uma experiência de swing, mas têm curiosidade sobre o tema. Somando curiosos, pessoas que já experimentaram e praticantes ativos, a pesquisa aponta que 100% dos entrevistados demonstram algum nível de interesse pelo universo da troca de casais.

Entre os praticantes acreanos, o perfil predominante é masculino. Os homens representam 88,5% dos entrevistados, enquanto as mulheres correspondem a 7,7%. A faixa etária com maior participação é a de 25 a 34 anos.

Quando questionados sobre os principais atrativos da prática, os acreanos dividiram opiniões entre a possibilidade de criar conexões com outras pessoas (15,4%) e a experiência de sexo em grupo (15,4%), empatados como os fatores mais citados.

Apesar do interesse, o preconceito ainda aparece como o principal obstáculo para quem considera participar da prática. O medo do julgamento social foi apontado por 19,2% dos entrevistados, seguido pelo ciúme (11,5%) e pela influência da religião (7,7%).

A pesquisa também indica que os acreanos avaliam positivamente o impacto do swing nos relacionamentos. Em uma escala de 1 a 5, a média foi de 3,42, acima da média nacional, que ficou em 3,16. Em contrapartida, os entrevistados demonstraram menor conforto para conversar abertamente sobre o assunto, com nota média de 2,62, abaixo dos 3,14 registrados no Brasil.

Outro dado mostra que 76,9% dos participantes acreditam que a sociedade brasileira está mais aberta para discutir o tema, percentual ligeiramente inferior à média nacional de 80,4%.

O formato presencial é a preferência de 61,5% dos acreanos interessados na prática, que afirmam participar de forma esporádica. Ao mesmo tempo, 61,5% consideram que faltam conversas mais abertas sobre sexualidade e relações, enquanto 42,3% defendem maior educação sexual como forma de reduzir tabus.

Lucas Vitor

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