SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Morreu o diretor, produtor e ator americano Mark Rydell, aos 97 anos, na última quinta-feira. Segundo sua filha, Amy Rydell, ele morreu de causas naturais na Motion Picture & Television Country House and Hospital, no estado americano da Califórnia.
Com trabalhos na TV e no teatro desde os anos 1950, Rydell é mais lembrado por “Num Lago Dourado”, que o projetou em Hollywood. O drama rendeu a ele uma indicação ao Oscar de melhor diretor, enquanto Henry Fonda e Katharine Hepburn venceram os troféus de melhor ator e atriz.
Outros destaques foram a comédia “Os Rebeldes”, de 1969, com Steve McQueen e Rupert Crosse; “Os Cowboys”, com John Wayne e produzido com Sydney Pollack; o musical “A Rosa”, de 1979, estrelando Bette Midler; além do longa biográfico “James Dean”, de 2001, com James Franco no papel-título.
Como ator, teve mais holofotes na TV em temporadas da década de 1950 da novela “As the World Turns” –a segunda “soap opera” mais longa da história da TV americana, exibida por 54 anos. Também fez o criminoso Marty Augustine em “O Perigoso Adeus”, de Robert Altman, e teve papéis em “Dirigindo no Escuro”, de Woody Allen, e “Havana”, de Pollack.
Nascido em Nova York, ele tinha o sonho de tocar piano em um grupo de jazz -apesar de ser incentivado pelo pai a seguir a carreira de investidor. Rydell estudou música na Juilliard School of Music, onde conheceu os compositores Alan e Marilyn Bergman, responsáveis por sugerirem a carreira de ator para ele.
Rydell deixa seus filhos Christopher e Amy, de seu primeiro casamento, com Joanne Linville, e Alexander, do relacionamento com Esther Jacobs.







