O candidato ao governo do Acre, Tião Bocalom (PSDB), participou nesta segunda-feira (7), feriado da Independência do Brasil, da carreata do 45, realizada na região do bairro Tropical, em Rio Branco. Durante a agenda, Bocalom classificou a mobilização como simbólica e associou a data à defesa da liberdade e da independência econômica do estado.“Eu não tenho dúvida nenhuma de que essa é uma carreata simbólica para nós, porque hoje é o Dia da Independência Brasileira, o dia do grito da liberdade. Nós precisamos ter a nossa independência: a independência econômica e a independência financeira”, afirmou.
Bocalom criticou administrações anteriores e defendeu que o Acre possui recursos, mas que, segundo ele, é necessário melhorar a gestão do dinheiro público.
“Precisamos acabar com essa história de que o Estado não tem dinheiro. Tem dinheiro. Na prefeitura diziam que não tinha dinheiro, e eu mostrei que tinha. É só não roubar que o dinheiro está aí”, declarou.
Durante a fala, o candidato também abordou relatos que teria recebido sobre dificuldades enfrentadas por famílias para conseguir leite destinado às crianças.“Isso dói o coração de quem é ser humano, que é cristão e acredita que nós precisamos cuidar da população. Tem que ter dinheiro. O povo tem direito de sorrir, o povo tem direito de comer, o povo tem direito à saúde e à educação de qualidade”, disse.
Bocalom afirmou que pretende, caso seja eleito, trabalhar para melhorar as condições de vida da população acreana e ampliar investimentos em áreas consideradas prioritárias.
Apoio a Flávio Bolsonaro
Questionado sobre um ato político anunciado em São Paulo pelo senador Flávio Bolsonaro, com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao Supremo Tribunal Federal (STF), Bocalom declarou apoio à manifestação.
“Parabéns, Flávio Bolsonaro. Eu era Lula e vamos para cima, porque esse Brasil é para o povo brasileiro”, afirmou.
O candidato também fez críticas ao Poder Judiciário e defendeu maior liberdade política no país.“Hoje é o dia da liberdade e o Brasil está tendo um novo grito pela liberdade”, concluiu.
Saimo Martins







