O indicador considera apenas valores que podem ser utilizados prontamente e que não estão vinculados a despesas específicas. Por ter polaridade negativa, índices mais altos refletem menor liquidez e maior desequilíbrio entre caixa e obrigações. Em outras palavras, percentuais elevados revelam que o estado tem compromissos financeiros muito acima do dinheiro disponível.
A metodologia também destaca que o indicador pode apresentar grande variação entre os estados, podendo ultrapassar 200% ou até ficar negativo — ambos considerados cenários críticos. Nesses casos, a pontuação atribuída é zero, já que números extremamente altos ou negativos representam baixa ou nenhuma liquidez. Para os demais estados, a nota é normalizada em uma escala de 0 a 100.
Com o índice atual, o Acre permanece na parte inferior do ranking nacional, evidenciando desafios na gestão do caixa e na capacidade de honrar obrigações financeiras de curto prazo.
Fonte: ac24horas







