Prefeito do interior do Acre nega suspensão de matrículas

Gerlen Diniz, prefeito de Sena Madureira/Foto Reprodução

O prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz, se manifestou de forma contundente após a repercussão de um áudio atribuído ao gestor da Escola Gutenberg Modesto da Costa, que apontava, de forma indevida, a suposta suspensão de matrículas e transferências na unidade. Para o chefe do Executivo municipal, a informação não procede, agravou a situação e será tratada administrativamente.

Em declaração pública, o prefeito negou qualquer paralisação no calendário escolar e classificou o conteúdo divulgado como desinformação. “Isso é mentira. As matrículas seguem normalmente. Quem espalha esse tipo de informação está enganando pais e responsáveis e criando pânico desnecessário”, afirmou.

Segundo Gerlen Diniz, a Prefeitura de Sena Madureira vai instaurar um processo administrativo para apurar a conduta do servidor envolvido. Ele explicou que o gestor da escola não participou da reunião realizada no Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e, portanto, não tinha conhecimento oficial das deliberações tratadas no encontro, mesmo assim teria se pronunciado publicamente.

“O servidor não estava presente, não ouviu o promotor, não sabe o que foi dito na reunião e, ainda assim, resolveu espalhar informações falsas, atacando a gestão municipal. Isso é grave e será apurado”, declarou o prefeito.

Durante o encontro no MPAC, conforme relatou Gerlen, o promotor de Justiça Wanderley Barbosa esclareceu que a recomendação ministerial está suspensa. O órgão, segundo o prefeito, aguarda apenas a inauguração e o início das atividades da escola Hermano Filho para avaliar aspectos relacionados à segurança e ao bem-estar dos estudantes.

“Eu disse ao promotor, aos vereadores e aos servidores da Educação tudo com clareza. Ele foi transparente conosco e nós com ele. Portanto, não há motivo para boato. A programação da Prefeitura segue normalmente”, reforçou.

O prefeito destacou ainda que a administração municipal não irá tolerar a propagação de informações falsas dentro da própria estrutura pública, especialmente quando isso gera insegurança entre pais e alunos. “Fake news prejudicam as crianças, confundem os pais e atrapalham o trabalho sério que estamos fazendo. Isso não será normalizado”, disse.

Ao encerrar o posicionamento, Gerlen Diniz buscou tranquilizar as famílias e reiterou que a adesão ao modelo de ensino em tempo integral é opcional. “Acabou a polêmica. A escola vai funcionar. Quem quiser, matricula. Quem não quiser, pode procurar outra unidade. Simples assim”, concluiu.

Com informações Yako News

 

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