Sete investigados ligados ao Acre integram lista nacional de procurados por crimes graves

Sete investigados ligados ao Acre integram lista nacional de procurados por crimes graves
Sete investigados ligados ao Acre integram lista nacional de procurados por crimes graves/Foto: Reprodução

O Ministério da Justiça e Segurança Pública atualizou o cadastro nacional de foragidos considerados prioritários e incluiu sete nomes com ligação direta ao Acre. O banco de dados reúne pessoas com mandados de prisão ativos por crimes como homicídio, tráfico de drogas, roubos e participação em facções criminosas. A iniciativa busca ampliar a cooperação da população com informações que auxiliem na localização dos procurados.

Ronivaldo da Silva Gomes (Roni)

Investigado por participação na chamada Chacina do Taquari, registrada em novembro de 2023, em Rio Branco, episódio que terminou com seis mortes. Também possui condenações por roubo que, somadas, ultrapassam 30 anos de prisão.

Benedito Tavares de Souza (Cabelo)

Apontado como suspeito no homicídio de Levi Freitas de Andrade, ocorrido em 2020. Tornou-se foragido após romper o monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Adayldo Freitas Ferreira (Titina)

Fugiu enquanto estava internado no Hospital Santa Casa, em Rio Branco, após escapar pelo forro do banheiro. Apesar de já ter sido recapturado, há atualmente três mandados de prisão em aberto, incluindo ordem expedida pela Justiça da Paraíba.

Edivaldo de Oliveira Plácido (Chiquinho das Pedras)

Investigado por tráfico de drogas, com histórico de processos por roubo e porte ilegal de arma de fogo. Possui penas acumuladas que somam cerca de 15 anos de reclusão.

Gilson Borges de Souza (Véi do Livro)

Alvo de mandado de prisão expedido em fevereiro de 2023. Responde por roubo, organização criminosa e posse ilegal de arma de fogo, com condenações que ultrapassam 60 anos.

Mirley Nascimento de Paula (Barrabás)

Foragido desde 2019 após uma fuga coletiva do Presídio Manoel Néri da Silva, em Cruzeiro do Sul, que envolveu outros 11 detentos.

Francisco Geilson de Oliveira Costa (Lorim)

Antônio Meneses de Castro (Titina)

Ambos aparecem no cadastro nacional de procurados, porém sem detalhamento público sobre os processos judiciais que motivaram a inclusão na lista.

De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a divulgação da relação tem caráter estratégico e busca reforçar a troca de informações com a população para auxiliar na captura dos foragidos.

Fonte: Contilnet

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