A diferença entre os rendimentos dos trabalhadores no Acre é uma das menores do Brasil, conforme aponta o Ranking de Competitividade dos Estados 2026. O levantamento, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), coloca o estado na 9ª posição nacional entre as unidades da federação com menor desigualdade de renda do trabalho.
O resultado também coloca o Acre entre os três estados mais bem posicionados da Região Norte, superando Amazonas, Roraima, Amapá e Pará. Apenas Tocantins e Rondônia apresentam indicadores melhores.
Para medir essa diferença, o levantamento utiliza o Índice de Gini, que varia de zero a um. No caso do Acre, o índice registrado foi de 0,457.
A classificação leva em consideração os ganhos de pessoas ocupadas com 14 anos ou mais, com base nas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação regional, Tocantins aparece na quarta posição nacional, com índice de 0,452, enquanto Rondônia ocupa o sétimo lugar, com 0,456. O Acre vem logo depois, na nona colocação, com uma diferença mínima em relação aos dois estados.
Já entre os demais estados nortistas, o Amapá ocupa a 12ª posição, com 0,471. O Amazonas aparece em 15º lugar, com 0,485, seguido por Roraima, em 16º, com 0,487. O Pará apresenta o maior índice de desigualdade de renda do trabalho da região, ficando na 20ª colocação nacional, com 0,509.
O indicador considera como os rendimentos estão distribuídos entre os trabalhadores, independentemente do valor médio recebido.
Fonte: Contilnet







