O Acre fechou o ano de 2025 com uma das maiores taxas de dengue do Brasil, mesmo com a queda de quase 76% nos casos em todo o país. Enquanto o cenário nacional melhorou em comparação a 2024, o estado seguiu na contramão e registrou uma incidência de 1.031,7 casos para cada 100 mil habitantes, superando a média brasileira.
Com mais de 8.500 registros prováveis, o Acre ficou ao lado de estados como São Paulo e Goiás entre as regiões mais atingidas pela doença no último ano.
Apesar do alto número de infectados, a maioria dos casos no estado não foi considerada grave. No período analisado, o Acre confirmou três mortes e registrou 49 pacientes com sinais de alerta, mas apenas uma ocorrência foi classificada como dengue grave.
No restante do Brasil, a situação foi mais crítica nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, onde se concentrou a maior parte das 1.165 mortes confirmadas pelo Ministério da Saúde.
O monitoramento do ano passado também mostrou que os quatro tipos do vírus circularam pelo país ao mesmo tempo. O tipo 2 foi o mais comum, mas o tipo 3 começou a aparecer com mais frequência a partir do final de 2024. Além disso, o tipo 4 foi detectado em São Paulo e Minas Gerais.
Fonte: Contilnet








