Durante o Seminário Estadual “Acre: Desenvolvimento e Oportunidades”, promovido pelo PSDB neste sábado (30), em Rio Branco, o ex-prefeito da capital e pré-candidato ao Governo do Acre, Tião Bocalom, afirmou que o evento marca o início da construção do plano de governo que pretende apresentar para as eleições de 2026. Segundo ele, a proposta será baseada na experiência acumulada durante suas gestões em Acrelândia e Rio Branco.
Ao comentar a realização do seminário, que reuniu representantes de diversas regiões do estado, Bocalom destacou a participação de lideranças do Juruá, Alto Acre, Baixo Acre e da capital.
“Estou muito feliz. Tem gente chegando do Vale do Juruá, do Alto Acre, do Baixo Acre e daqui de Rio Branco. Estamos dando o pontapé na produção do nosso plano de governo, que na realidade é apenas uma atualização. O plano de governo do Bocalom nunca mudou, sempre foi o mesmo”, afirmou.
Segundo o pré-candidato, a principal diretriz de sua proposta continua sendo o desenvolvimento econômico aliado à geração de empregos.
“É o produzir para empregar. Se não roubar, o dinheiro dá. É uma coisa que eu já fiz em Acrelândia e aqui em Rio Branco voltamos a praticar o mesmo plano de governo”, declarou.
Bocalom afirmou que a elaboração do plano busca identificar as necessidades específicas dos municípios acreanos, defendendo que o desenvolvimento local é fundamental para o crescimento do estado.
“O plano de governo é a construção da organização dos nossos municípios, desenvolvimento em cada município. Se todos os municípios tiverem um bom desenvolvimento, evidentemente que o Acre vai ter um bom desenvolvimento”, disse.
O ex-prefeito ressaltou que as discussões promovidas durante o seminário deverão fortalecer o documento que será apresentado futuramente à população.
“Com a experiência que nós temos como prefeito de Acrelândia e como prefeito de Rio Branco, não tenho dúvida nenhuma que esse plano vai ficar ainda mais robusto com as contribuições que teremos nesse seminário. Tenho certeza que teremos o melhor plano de governo para oferecer à nossa sociedade”, afirmou.
Bocalom argumentou que a proposta não se limita a promessas eleitorais, mas está baseada em experiências administrativas já executadas.
“Não é apenas uma proposta de plano. É um trabalho que já foi realizado em dois municípios: um município do interior, que representa a realidade de boa parte do Acre, e a nossa capital”, destacou.
O pré-candidato também afirmou que pretende ampliar para todo o estado iniciativas desenvolvidas durante suas gestões municipais, além de enfrentar desafios que dependem diretamente da atuação do governo estadual.
“O que fizemos nesses dois municípios é o que queremos fazer no estado inteiro, além das políticas governamentais que são responsabilidade do governo, como saúde, segurança pública e infraestrutura”, disse.
Questionado sobre a escolha do candidato a vice-governador, Bocalom afirmou que a definição ainda será construída nos próximos meses e ressaltou a importância da confiança na composição da chapa.
“O vice é uma construção futura. Sempre digo que peço a Deus que me dê um vice igual me deu o Alysson. O vice tem que ser uma pessoa de total confiança do titular, porque senão acaba dando errado”, afirmou.
Segundo ele, ainda não há nomes definidos para ocupar a vaga.
“Não tenho nomes na lista ainda. Estou conversando com todo mundo. O mais importante é juntar amigos, pessoas que comunguem das mesmas ideias e não fazer acordos políticos que muitas vezes acabam dando errado”, declarou.
Sobre a disputa para o Senado, Bocalom reafirmou apoio às pré-candidaturas do senador Márcio Bittar e do ex-governador Gladson Cameli.
“O Márcio e o Gladson continuam sendo os nossos pré-candidatos. O Márcio está com tudo certo para disputar. O Gladson está aguardando a definição da situação dele, mas enquanto ele não tomar uma decisão, nós continuaremos com ele e com o Márcio”, afirmou.
Ao encerrar a entrevista, Bocalom voltou a defender que o Acre precisa ampliar oportunidades para quem deseja empreender e trabalhar.
“É exatamente isso: oportunidades. É o que o Acre precisa para que a gente possa criar oportunidades para quem tem vontade de trabalhar, desenvolver e fazer acontecer”, disse.
O pré-candidato destacou ainda que o plano em discussão representa a continuidade de um projeto político que, segundo ele, vem sendo aperfeiçoado desde suas primeiras disputas eleitorais.
“Nosso plano de governo não é uma proposta, é execução. Nós fizemos isso em Acrelândia e fizemos em Rio Branco. O conjunto dos municípios é que forma o governo do Estado. Como governador, não tenho dúvida nenhuma de que vamos ajudar cada prefeito a desenvolver o nosso Acre”, concluiu.
Fonte: ac24horas








