“Ao entrar no quarto, me deparei com aquele homem forte ‘apagado’ na cadeira, com a cabeça baixa, soluçando enquanto dormia. Precisei recuar”, escreveu. Segundo ele, a cena o abalou a ponto de precisar sair por alguns minutos antes de conseguir retornar ao quarto.
Carlos relatou que, ao se aproximar novamente, o pai continuava sem reação. “Me aproximei, fiz um carinho em sua cabeça, e ele sequer reagiu”, disse, destacando que o estado está relacionado ao uso de medicações fortes. Ele também mencionou que Jair Bolsonaro utiliza uma pulseira com indicação de “risco de queda”.
Ainda de acordo com o vereador, ao despertar, o ex-presidente apresentou fragilidade, com voz fraca e sonolência. Carlos afirmou que evitou tratar de assuntos externos e optou por uma conversa leve. “Apenas comentei, de forma leve, sobre o novo visual do Augusto Nunes”, relatou.
O parlamentar também informou que o pai segue com dificuldades respiratórias após episódios recentes de pneumonia e que acompanhou a coleta de exames durante a visita. “Presenciei a coleta de mais de cinco ampolas de sangue para exames”, acrescentou.
Ao final do relato, Carlos Bolsonaro resumiu o impacto emocional da visita: “Saio do hospital destruído, como sinceramente não esperava ficar. Mas seguimos. Amanhã é outro dia”.
Fonte: Contilnet








