Dois anos após queda de avião em Manoel Urbano, investigação segue sem conclusão

Dois anos após queda de avião em Manoel Urbano, investigação segue sem conclusão
Entre as vítimas fatais estão o empresário Sidney Estuardo Hoyle Vega, que morreu no local | Foto: Reprodução

Dois anos depois do acidente aéreo que matou quatro pessoas em Manoel Urbano, a investigação ainda não foi finalizada. Segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), o caso chegou a cerca de 55% de andamento, sem definição oficial sobre as causas da tragédia. A queda ocorreu em 18 de março de 2024, pouco após a decolagem de uma aeronave modelo Cessna Skylane 182 com destino a Santa Rosa do Purus.

Sete pessoas estavam a bordo. Entre as vítimas fatais estão o empresário Sidney Estuardo Hoyle Vega, que morreu no local; a comerciante Suanne Camelo; a biomédica Amélia Cristina Rocha; e o piloto Valdir Roney Mendes, que faleceu meses após o acidente. Três ocupantes sobreviveram: Mateus Jeferson Fontes, Bruno Fernando dos Santos e Deonicilia Salomão Kalisto Kaxinawá.

As investigações apontam que a aeronave operava em condições irregulares, com certificado vencido e número de ocupantes acima do permitido. O avião caiu a cerca de um quilômetro da pista, em área de difícil acesso.

O Cenipa informou que o relatório ainda é preliminar e tem como foco prevenir novos acidentes, podendo resultar em recomendações de segurança. Até o momento, nenhuma conclusão foi divulgada. Enquanto isso, familiares das vítimas e a população seguem aguardando respostas sobre o que causou uma das tragédias aéreas mais marcantes do Acre.

Fonte: Agência ContilNet

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