Candidata à reeleição, deputada quer continuar trabalhando por mais visibilidade, acesso a serviços e apoio às mulheres cuidadoras no Acre
Conciliar os cuidados com um filho ou dependente com deficiência, autismo, transtorno do neurodesenvolvimento ou doença rara pode trazer desafios diários para muitas famílias. Para dar mais visibilidade a essa realidade, a deputada estadual Michelle Melo (União) apresentou o a Lei nº 90/2026, que propõe criar a Carteira Estadual de Identificação da Mãe Atípica (CEIMA) e estabelecer diretrizes de apoio a essas mulheres.
A proposta prevê que a carteira seja gratuita, válida em todo o Acre e emitida em formato físico ou digital. O objetivo é reconhecer oficialmente as mães atípicas e facilitar seu acesso a serviços e políticas públicas. O texto também propõe prioridade de atendimento em órgãos estaduais e ações nas áreas de saúde, educação e assistência social.
“Essa proposta nasce da necessidade de reconhecer mulheres que dedicam grande parte da vida ao cuidado de seus filhos e dependentes, muitas vezes enfrentando sobrecarga, isolamento e dificuldades para manter a vida profissional. Queremos dar visibilidade a essas mães e abrir caminhos para que tenham mais apoio, acesso a serviços e condições de cuidar também da própria saúde e dignidade”, afirmou Michelle.
O projeto ainda prevê diretrizes para iniciativas de apoio psicossocial, orientação social e jurídica, qualificação profissional, inclusão produtiva e combate ao preconceito. São medidas que buscam considerar as barreiras sociais, a sobrecarga física e emocional e o isolamento que podem fazer parte da rotina de muitas cuidadoras.

Candidata à reeleição, a deputada tem como compromisso continuar defendendo políticas públicas que acolham as famílias atípicas e levem em conta suas necessidades.
“Vou seguir trabalhando para que essas mulheres sejam ouvidas, respeitadas e incluídas. Cuidar de quem cuida também precisa ser um compromisso do poder público”, concluiu.
Por Assessoria
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Com informações do ac24horas







