O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) publicou uma campanha nas redes sociais para esclarecer um dos mitos mais comuns sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A instituição rebate a frase “antigamente não existia tanto autismo assim”, destacando que essa percepção não reflete a realidade.
Segundo o MPAC, o autismo sempre existiu, mas por muito tempo não era identificado corretamente. Isso fazia com que muitas pessoas autistas crescessem sem diagnóstico, sendo rotuladas de forma equivocada e enfrentando exclusão social.
A campanha explica que, no passado, era comum que pessoas autistas fossem classificadas como “tímidas”, “estranhas” ou até “problemáticas”. Em casos mais graves, poderiam ser isoladas ou institucionalizadas, sem o devido acompanhamento.

A campanha explica que, no passado, era comum que pessoas autistas fossem classificadas como “tímidas”, “estranhas” ou até “problemáticas”/Foto: Reprodução
Atualmente, conforme destaca o órgão, houve avanço no conhecimento científico e nos critérios de diagnóstico, o que permite uma identificação mais precisa. Além disso, há maior acesso à informação e a profissionais capacitados, ampliando o reconhecimento e os direitos das pessoas com TEA.
O MPAC também enfatiza que falar sobre o tema é fundamental para combater a desinformação e promover inclusão, além de evitar estigmas e rótulos injustos.
Fonte: Contilnet







