Durante o velório da médica Elyne de Assis Nogueira, de 39 anos, assassinada a tiros na noite de segunda-feira (2), em Brasiléia, no interior do Acre, familiares e amigos lamentaram a morte da profissional e cobraram justiça. Em entrevista ao radialista e jornalista Fernando Oliveira, o primo da vítima, Júnior Assis, falou sobre a dor da família diante do crime.
Segundo Júnior, a morte da médica deixou familiares, amigos e colegas de trabalho profundamente abalados. Ele destacou que a perda representa uma ausência irreparável para todos que conviviam com Elyne.
“É um momento muito difícil para nós, da família e amigos. A gente perdeu uma pessoa muito querida, abriu uma brecha na nossa família que jamais vai ser reparada com esse crime brutal que aconteceu com ela”, lamentou.
O familiar também demonstrou indignação com a forma como a médica foi assassinada e pediu rapidez nas investigações para que os responsáveis sejam punidos.
“Ela foi assassinada brutalmente, e isso deixa todos nós abalados. Os familiares, os amigos, os amigos de trabalho, está todo mundo indignado com isso. A gente quer que a justiça seja feita o quanto antes”, afirmou.
Durante a entrevista, Júnior apontou o ex-companheiro da vítima como responsável por ordenar o assassinato. A suspeita de que o crime tenha sido encomendado é investigada pela Polícia Civil.
“A gente espera que seja resolvido o mais rápido possível, que a justiça seja feita e que ele cumpra a pena dele, para que a gente possa ficar de coração aliviado”, declarou.
O assassinato de Elyne causou comoção em Brasiléia e provocou manifestações de familiares, autoridades e entidades médicas, que cobram esclarecimentos sobre o caso e a responsabilização dos envolvidos.
Conteúdo Original / Fonte: Jornalista Fernando Oliveira







