O biólogo e naturalista Richard Rasmussen publicou um vídeo nas redes sociais em que aborda o manejo florestal e rebate críticas comuns relacionadas ao corte de árvores na Amazônia.
Na gravação, ele afirma que o manejo, quando realizado com base científica, é uma ferramenta importante para garantir a sustentabilidade econômica da floresta. Segundo Rasmussen, a prática consiste na seleção planejada de árvores específicas, que já atingiram determinado estágio de desenvolvimento, para extração controlada.
De acordo com o naturalista, esse processo permite transformar parte da floresta em riqueza, mantendo o carbono armazenado na madeira extraída. Ele explica que, ao abrir clareiras planejadas, a entrada de luz solar estimula o crescimento de árvores mais jovens, favorecendo a regeneração natural.
Rasmussen também argumenta que áreas manejadas podem sequestrar mais carbono do que regiões sem qualquer tipo de intervenção, desde que o processo siga critérios técnicos e ambientais.
Outro ponto destacado por ele é a presença humana nas áreas de manejo. Para o biólogo, trabalhadores que dependem economicamente da floresta contribuem para a fiscalização e ajudam a coibir práticas ilegais em regiões extensas, onde o monitoramento estatal enfrenta limitações.
No vídeo, o naturalista reforça que é preciso diferenciar o manejo sustentável do desmatamento irregular. Ele defende que a exploração planejada, com responsabilidade técnica, pode ser aliada da conservação ambiental.
Ao final, Rasmussen convida o público a refletir sobre o tema e afirma que a discussão sobre preservação precisa considerar alternativas que conciliem proteção ambiental e geração de valor econômico.
Veja o vídeo:
Fonte: Contilnet







